Terapia Cognitiva Comportamental

Porque optar pela Terapia Cognitiva Comportamental ( TCC)

 

Nos tempos de hoje, onde as pessoas vivem de forma diferente do mundo “antigo”, dadas as mudanças de estilos de vida, tecnologia, problemas emergenciais a serem resolvidos e dificuldades nas relações, existe a demanda da “rapidez”, que requer resoluções assertivas  e emergenciais para todo e qualquer problema de ordem emocional que leva à problemas comportamentais e que, consequentemente, agravam os conflitos internos que se refletem no externo.

 

A TCC objetiva resolução de problemas no AQUI/AGORA, verificação de estados emocionais e pensamentos disfuncionais que geram consequências destrutivas PARA SI MESMO E NAS RELAÇÕES, efetivando tratamento focado no que está acontecendo na vida do indivíduo na sua atualidade. É, porém, uma abordagem que lida com aspectos do passado que se entrelaçam com o presente e que trazem consequências ao futuro.

O tratamento psicológico em TCC, leva o indivíduo ao treinamento em habilidades sociais, à re-significação das interpretações acerca de si mesmo, mundo e futuro, colaborando para uma maior qualidade de vida por intermédio da busca pelo auto-conhecimento, assertividade comportamental e eficácia na resolutividade emergencial de aspectos ligados à todos os setores da vida do indivíduo em sua singularidade e que depende de mudanças internas.

 

O indivíduo passa a testar a disfuncionalidade de suas crenças, adquiridas ao longo de sua vida e que levam à pensamentos e emoções que geram comportamentos destrutivos, adquirindo, assim, novos padrões de pensamentos, emoções e comportamentos que trarão modificações positivas em sua vida no que diz respeito à relação consigo mesmo e com o mundo externo/pessoas.

 
 

Todos nós, em algum momento de nossas vidas, trazemos à tona determinados comportamentos que, sem que saibamos, estão ligados à traumas do passado, emoções e pensamentos distorcidos e que não condizem com a realidade externa, gerando dificuldade nas relações, angústias, tristezas, conflitos e, por consequência, problemas, por vezes, sentidos como indissolúveis.

O momento de buscar ajuda é, justamente, diante da observação de que os conflitos se repetem e que não se diluem ou amenizam. Quando nos questionamos o que fazer e não encontramos respostas. Este é o momento de pedir ajuda na tentativa de trazer à luz a compreensão de sua parcela de responsabilidade diante dos acontecimentos repetitivos que geram dificuldades em movimento crescente ou “engessado”.

 

Se não buscar ajuda o que pode acontecer?

Se o indivíduo está passando por dificuldades e, como citado acima, tem a sensação de que está em problemas “indissolúveis” que se repetem e não buscar ajuda, a tendência é um caminhar para a cronificação, gerando cada vez mais dificuldades e agravamento dos sintomas.

Como escolher o seu psicólogo ?

Quem nunca fez psicoterapia e num dado momento da vida passa a pensar na possibilidade, adquire perguntas internas do tipo: como a psicoterapia vai me ajudar? Como escolher um psicólogo? O que vou falar para o psicólogo? Serei julgado se contar aquele meu “segredinho” que ninguém sabe porque nunca tive coragem de contar? O que o psicólogo vai pensar de mim se eu contar? Se as pessoas souberem que estou fazendo terapia, vão achar que sou louco (a)?

 

Essas e outras, são dúvidas freqüentes e que, por vezes, inibe a pessoa de procurar ajuda, agravando sintomas.

 

A psicoterapia oferece, primeiro, um “espaço” e um “tempo”, para que você possa estar consigo mesmo, refletindo sobre questões de ordem emocional, angústias, preocupações, organização dos pensamentos, clareza sobre seus reais valores, o reconhecimento de comportamentos repetitivos que levam, consequentemente, a resultados semelhantes, insatisfações e sofrimentos psíquicos que muitas vezes levam ao adoecimento físico.

Este espaço deve ser aconchegante, familiar, confortável e o psicoterapeuta deve ser aquele “ser” capaz de te OLHAR E ESCUTAR de forma singular. Para que o terapeuta seja eleito como “seu terapeuta”, é necessário que você sinta ter ocorrido o verdadeiro ENCONTRO. Trata-se do “Encontro Terapêutico”. É através da empatia que surge o VÍNCULO TERAPÊUTICO. Se você olhar para o terapeuta e tiver a sensação de que não será julgado em nada que disser e, portanto se sentir à vontade o suficiente para dividir com ele o que lá fora (do consultório), você não consegue, pode considerar que achou o “SEU” terapeuta. 

 

O que falar para o psicólogo? Se o vínculo terapêutico for estabelecido (e isso ocorre aproximadamente na terceira ou quarta sessão), não tenha receio, pois o que você vai dizer, surgirá de forma “natural”. O terapeuta irá te estimular e orientar a falar o que trará o alívio emocional desejado. Muitas vezes, as dores (emocionais e/ou físicas) diminuem a partir da nomeação de emoções ainda “desconhecidas” e que, por isso, podem estar sendo expressas através dos sintomas físicos (doenças).

 

Serei julgado no que contar? Não. O psicólogo tem o papel de “colaborador”, oferecendo um OLHAR compreensivo para a sua dor, sem julgamentos. Ele (psicólogo), não vai pensar “mal” sobre você. Ao contrário, ele vai te ajudar a pensar sobre você e suas questões trazidas ao consultório e que te levam ao sofrimento psíquico.

 

As pessoas vão pensar que sou louco (a) por fazer terapia? Um dos objetivos terapêuticos, sempre será Olhar mais para si e saber separar o que é “seu” e o que é do “outro”. Portanto, após um período em psicoterapia, você, provavelmente não irá se importar com o que pensam sobre você. Cabe ressaltar, porém, que hoje, psicoterapia é algo ligado à busca de qualidade de vida através de uma compreensão maior acerca de si mesmo e mundo que te cerca. Tem por objetivo cuidar da mente. Definitivamente o conceito de que psicoterapia é para “louco”, deixou de existir, trazendo a perspectiva de que você pode pensar, sentir, se comportar e VIVER de forma diferente e ser, assim, mais feliz em sua vida  

O que é saúde mental ?

A Organização Mundial de Saúde afirma que "não existe definição "oficial" de saúde mental. Diferenças culturais, julgamentos subjetivos, e teorias relacionadas concorrentes afetam o modo como a "saúde mental" é definida. Saúde mental é um termo usado para descrever o nível de qualidade de vida cognitiva ou emocional. A saúde Mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as atividades e os esforços para atingir a resiliência psicológica. Admite-se, entretanto, que o conceito de Saúde Mental é mais amplo que a ausência de transtornos mentais"

Podemos pensar, então, que para um indivíduo obter Saúde Mental, é necessário buscar o equilíbrio entre pensamentos e emoções (patrimônio interno) X exigências do mundo externo. É ser capaz do EMPODERAMENTO da própria existência diante das diversas variações e modalidades que a vida oferece, ADMINISTRANDO as adversidades do dia a dia, sem perder, contudo, o respeito pelo que se acredita enquanto "jornada de vida". É ser capaz de ser o SUJEITO que conduz a própria vida no respeito a si próprio e ao outro. É a exaustiva busca da minimização e/ou retirada (por que não?) dos conflitos internos que afetam as relações

Quando devo procurar ajuda de um psicólogo? 

Rua Trípoli, 92 conj. 116 - Vila Leopoldina - Cep: 05303-020 - São Paulo - SP  

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